segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

REGULAMENTO
ESPECÍFICO DE
FUTSAL
2009

INTRODUÇÃO
O Regulamento Específico de Futsal aplica-se a todas as competições
realizadas no âmbito e em conformidade da mesma.
Com o estipulado no Regulamento Geral de Provas e Regras Oficiais em
vigor.

1. CONSTITUIÇÃO / IDENTIFICAÇÃO DAS EQUIPAS
1.1. Cada equipa é constituída por:
• 12 Jogadores no máximo e 7 no mínimo, os quais devem constar
no boletim de jogo;
• 1 Representante (Responsável pela Equipa);
1.2. A equipa que se apresentar com 7 jogadores ou menos, poderá
realizar o jogo, caso apresente pelo menos 5 jogadores de início.
1.2.2. Caso alguma equipa infractora não realize o jogo, ser-lhe-á
averbada Falta de Comparência e os correspondentes 0 (zero)
pontos. Neste caso, o resultado final para efeitos de "Goal-Average"
será de 5-0.
1.2.3. Nenhum jogo poderá prosseguir se uma das equipas ficar
reduzida a menos de 3 jogadores.
NOTA: As alíneas 1.2., 1.2.2. . deverão ser
escrupulosamente cumpridas, não existindo possibilidade de qualquer base
de entendimento entre os responsáveis pelas equipas,
aquando da realização dos jogos.

2. DURAÇÃO DOS JOGOS
2.1. Cada jogo é dividido em duas partes de 20 minutos cada, com um intervalo de 5 minutos, com mudança de campo.
2.2. Cada equipa tem o direito pedir um minuto de tempo morto em cada parte do jogo, o qual é concedido num momento de paragem do mesmo. Uma vez concedido o tempo morto, os jogadores podem abandonar o terreno de jogo,
dirigindo-se para junto do respectivo banco de suplentes. Os jogadores
substitutos têm de permanecer fora do terreno de jogo e só podem
substituir no final do tempo morto.
2.2.1. Se uma equipa não solicitar o período de desconto de tempo a
que tem direito durante a 1ª parte, este não poderá ser transferido
para a 2ª parte.
2.3. O tempo de jogo é controlado pela mesa, na modalidade de “tempo
corrido” sem paragens, excepto quando o jogo for interrompido por
razões que o justifiquem (lesão de um jogador, bola fora muito afastada
do recinto de jogo, esclarecimento à mesa e outras situações que o
árbitro entenda necessárias);
2.4. Durante a realização do Torneio, a duração do
tempo de jogo é determinada pelo Regulamento da Prova.

3. A BOLA
3.1. As bolas a utilizar nas competição do torneio devem
satisfazer as exigências da Lei 2, sendo as apropriadas para a prática da
modalidade. Em casos excepcionais, será permitida a utilização de bolas
n.º 5, com menos ressalto e mais peso.

4. CLASSIFICAÇÃO / PONTUAÇÃO
4.1. A classificação das equipas nas várias fases do Quadro Competitivo
determinada pela soma dos pontos obtidos no total dos jogos
efectuados, de acordo com o seguinte:
VITÓRIA 3 PONTOS
EMPATE 1 PONTOS
DERROTA 0 PONTOS
FALTA DE COMPARÊNCIA 0 PONTOS

NOTA: Para efeitos de "Goal-Average", a Falta de Comparência
corresponde a uma derrota por 5-0.


4.1.1. A classificação final é estabelecida por ordem decrescente dos
pontos obtidos, classificando-se em 1º lugar a equipa com maior
número de pontos;


5. FORMAS DE DESEMPATE (Fase de Grupos)
5.1. Em caso de igualdade pontual entre duas ou mais equipas, nas
competições , devem ter-se em conta os seguintes critérios de desempate:
5.1.2. A que tiver maior diferença entre golos marcados e sofridos no
total dos jogos realizados entre todas as equipas.
5.1.3. A que tiver maior número de vitórias no total dos jogos
realizados entre todas as equipas.
5.1.4. A que tiver menor número de infracções disciplinares (cartões)
averbadas durante a realização da competição.
5.1.5. A que tiver maior número de golos marcados no total dos jogos
realizados entre todas as equipas.
5.1.6. A que tiver menor número de golos sofridos no total dos jogos
realizados entre todas as equipas.
5.1.7. No caso de ainda subsistir o empate, após esgotadas as
alíneas anteriores, cabe à organização determinar a forma de
desempate a efectuar.

5.2. FORMAS DE DESEMPATE (Eliminatórias)

5.2. Em caso de igualdade no final do jogo entre as duas equipas, em
competições a uma volta, devem ter-se em conta os seguintes critérios:

5.2.1. Nos casos em que, por força do regulamento específico da prova,
os jogos não possam terminar empatados, é realizado um
prolongamento com duas partes de 5 minutos, sem intervalo mas com
troca de campo.
5.3. No caso de ainda subsistir a igualdade, o desempate faz-se pela
marcação de grandes penalidades, de acordo com o seguinte
procedimento:
5.3.1. O árbitro escolhe a baliza em direcção à qual os pontapés
serão executados.
5.3.2. O árbitro procede, com os capitães de equipa, a um sorteio
para determinar a equipa que deve executar o primeiro pontapé.
5.3.3. O árbitro regista por escrito o resultado de cada pontapé.
5.3.4. As duas equipas executam, cada uma, 5 pontapés, observando
as seguintes disposições.
5.3.5. Os pontapés são executados alternadamente por cada
equipa.
5.3.6. O capitão de cada equipa deverá indicar ao árbitro quais os
cinco jogadores que vão executar os pontapés, antes de se
executar o primeiro pontapé. Estes jogadores deverão constar na
ficha entregue ao árbitro antes do início do encontro.
5.3.7. Se, antes das duas equipas terem executado os seus cinco
pontapés, uma delas marque mais golos do que a outra poderia
marcar, mesmo que completasse a série de pontapés, a execução
não deve prosseguir.
5.3.8. Se, depois das duas equipas terem executado os seus
cinco pontapés, ambas tiverem marcado o mesmo número de
golos ou não tiverem marcado nenhum, a execução prossegue pela
mesma ordem até que uma equipa tenha marcado um golo a mais
do que a outra, com o mesmo número de tentativas.
5.3.9. Cada pontapé é executado por um jogador diferente, e só
depois de todos os jogadores habilitados terem executado um
primeiro pontapé, é que um jogador da mesma equipa pode
efectuar um segundo pontapé.
5.3.10. Todo o jogador expulso não poderá tomar parte na
execução dos pontapés de grande penalidade.
5.3.11. Qualquer jogador pode substituir o guarda-redes durante a
execução dos pontapés.
5.3.12. Todos os jogadores, excepto o que executa o pontapé e os
dois guarda-redes, devem permanecer no meio-campo oposto
àquele onde se executam as grandes penalidades, durante a
execução das mesmas. O 2º árbitro controlará esta parte do recinto
de jogo e os jogadores que ali se encontram.
5.3.13. O guarda-redes, colega do executante, tem de
permanecer no meio-campo da execução dos pontapés, sem
interferir na progressão dos mesmos.

6. MESA DE SECRETARIADO
6.1. É obrigatória a constituição da Mesa de Secretariado, entendida
como um meio auxiliar de organização e controlo da actividade.


7. ARBITRAGEM / REGRAS
7.1. O Jogo será regulamentado pelas regras oficiais do Futsal, da
responsabilidade da Associação Futebol de Lisboa, com as
alterações previstas no presente regulamento, a saber:
7.1.1. Lei 3 - Número de Jogadores. Ver ponto 1 e o Regulamento
7.1.2. Lei 4 - Equipamento dos jogadores – Realça-se a importância
De cada equipa ter um equipamento que os identifique com um numero na camisola nas costas ou na frente da mesma.

7.1.3. Lei 8 - Duração do Jogo, de acordo com o ponto 2;
7.1.4. Lei 12 - Faltas e comportamento antidesportivo, que refere
que em caso de expulsão, o jogador em causa não pode voltar a jogar
no mesmo encontro nem sentar-se no banco de suplentes.
7.1.5. Lei 14 - Faltas acumuladas – Aplica-se no Torneio, a cada 6ª falta executada por cada equipa é marcada livre de 7 metros as posteriores faltas serão arbitradas da mesma forma.
7.2. Os jogos são dirigidos por árbitros Federados.

8. CASOS OMISSOS
Os casos omissos neste Regulamento Específico, são analisados e
resolvidos pelos Coordenadores da Organização, Rafael Silva e Gustavo Teixeira.

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